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Criação de sites · Indústria e B2B

Como o comprador B2B encontra fornecedores no Google

O comprador B2B encontra fornecedores pesquisando o produto ou o serviço pelo nome técnico no Google, montando uma lista curta com quem explica bem o que faz e só então pedindo cotação. Indicação, feiras e catálogos continuam importantes, mas quase sempre passam por uma busca de confirmação. Quem não aparece nessa busca fica fora da lista antes de ser comparado.

Comprador de indústria pesquisando fornecedores no computador

Resumo

  • O comprador B2B começa pela necessidade técnica, e não pelo nome do fornecedor.
  • Ele monta uma lista curta com quem explica bem o produto e confirma que a empresa é real.
  • Indicação e feira não dispensam o Google: o comprador pesquisa para confirmar.
  • Para entrar na lista, a indústria precisa de uma página por produto e de sinais de confiança.

Ver o site para indústria e empresas B2B

Quem é o comprador B2B

Comprador B2B é quem compra para uma empresa: o setor de suprimentos, o engenheiro de manutenção, o dono de uma pequena fábrica. Cada um pesquisa de um jeito, mas todos precisam justificar a escolha do fornecedor para alguém.

Essa necessidade de justificar muda o comportamento. O comprador não escolhe pelo impulso; ele compara especificações, prazos, condições e a segurança de que o fornecedor vai entregar. Por isso, ele lê mais, pesquisa mais e demora mais para decidir que um consumidor comum.

Em empresas menores, uma pessoa faz tudo: identifica a necessidade, pesquisa, cota e aprova. Em empresas maiores, a pesquisa é feita por quem usa o produto, e a compra, por outro setor. O site precisa servir aos dois: ao técnico, com especificação; ao comprador, com condições e confiança.

O caminho do comprador, da necessidade à cotação

O caminho costuma ter cinco passos: identificar a necessidade, pesquisar a solução, listar fornecedores, pedir cotação e aprovar o fornecedor. O Google aparece em quase todos, principalmente no segundo e no terceiro.

Os passos do comprador B2B e o papel do site em cada um
PassoO que o comprador fazO que o site precisa oferecer
1. NecessidadePercebe um problema ou uma demanda novaConteúdo sobre o problema, em linguagem técnica
2. PesquisaBusca a solução pelo nome técnicoUma página por produto ou serviço
3. Lista curtaSeleciona três a cinco fornecedoresSinais de confiança: CNPJ, endereço, clientes, fotos
4. CotaçãoPede orçamento com a especificaçãoFormulário que já pede medida, quantidade e prazo
5. AprovaçãoJustifica a escolha internamenteInformações que ele pode copiar e mandar adiante

O ponto crítico é o passo 3. A lista curta é feita rápido, a partir do que aparece nas primeiras buscas e do que o site mostra em poucos minutos. Quem não entra nela não chega a ser cotado.

O que o comprador digita no Google

Ele digita o nome técnico do produto, muitas vezes com a medida, o material ou a norma, e às vezes com a região. Raramente digita "fornecedor" ou o nome de uma empresa que ainda não conhece.

Tipos de busca de compradores industriais, com exemplos ilustrativos
Tipo de buscaExemplo ilustrativoPágina que responde
Produto + especificaçãochapa inox 304 2 mm corte a laserPágina do produto com tabela de especificação
Problema + soluçãofiltro para coletor de pó entupindoArtigo técnico que leva à página do produto
Serviço + regiãodobra de chapas GuarulhosPágina do serviço com a área atendida
Norma ou certificaçãocabo com certificação InmetroPágina do produto com as normas

As buscas reais que levaram compradores aos sites dos clientes industriais da WebMARFAN, sem identificar os clientes, serão publicadas aqui: [PREENCHER: buscas reais do Search Console de clientes industriais, anonimizadas]. Elas confirmam o padrão da tabela: nome técnico primeiro, empresa depois.

Indicação e feira também passam pelo Google

Mesmo quando o fornecedor vem de indicação ou de uma feira, o comprador pesquisa a empresa antes de pedir cotação. Ele quer confirmar que ela existe, que faz o que diz e que é do porte certo.

Nessa busca de confirmação, ele olha o site, o endereço, há quanto tempo a empresa existe, quem são os clientes e se há fotos reais da fábrica. Um site desatualizado ou genérico gera dúvida justamente no momento em que a indicação deveria fechar o negócio.

Por isso, o site de uma indústria trabalha nos dois sentidos: traz compradores novos pela busca técnica e confirma a escolha dos que chegaram por indicação.

O que o comprador verifica no site antes de cotar

Ele verifica se a empresa fabrica de verdade o que diz, se atende à especificação, se entrega na região dele e se é confiável. Cada item que falta é um motivo para pular para o próximo fornecedor da lista.

  • Especificações técnicas em texto, legíveis no celular e no computador.
  • Normas e certificações atendidas, quando existirem.
  • Fotos reais da fábrica, dos equipamentos e dos produtos.
  • Endereço, CNPJ e tempo de mercado.
  • Clientes ou setores atendidos, com autorização.
  • Lote mínimo, prazo médio e região de entrega.

Onde mais o comprador procura fornecedores

Além do Google, o comprador procura em catálogos e guias do setor, em feiras, no LinkedIn, com colegas de outras empresas e em plataformas de compras industriais. O site é o lugar para onde todos esses caminhos levam.

Um comprador que vê a empresa numa feira volta para o escritório e procura o site. Outro que recebe uma indicação pelo LinkedIn clica no link da empresa. Em quase todos os casos, a decisão de cotar passa por uma visita ao site.

Por isso, o investimento no site não compete com feira, catálogo ou LinkedIn: ele potencializa todos. A indústria que tem site fraco desperdiça parte do que investe nos outros canais.

Erros que tiram a indústria da lista do comprador

Os erros mais comuns são o site institucional que fala da história e não do produto, o catálogo só em PDF, a falta de fotos reais e o formulário que não pede a especificação.

Site que fala de si, e não do produto

"Desde 1990, com qualidade e compromisso" não ajuda o comprador a decidir. O que ajuda é saber o que a fábrica produz, com quais materiais e em que medidas.

Catálogo só em PDF

O PDF dificulta a leitura no celular e concentra dezenas de produtos num arquivo que disputa com ele mesmo nas buscas. Cada produto precisa de uma página.

Formulário genérico

"Nome, e-mail e mensagem" obriga o comprador a escrever tudo do zero. Um formulário que pede medida, quantidade e prazo agiliza a cotação e mostra que a empresa entende do assunto.

A página de produto é a porta de entrada

Como o comprador pesquisa pelo produto, a página de produto é a porta de entrada mais importante do site de uma indústria. Ela precisa responder sozinha às perguntas que o comprador faria ao comercial.

O caso da Metal Corte e Dobra, atendida no SEO mensal da WebMARFAN, mostra o efeito: 528 cliques e 22,9 mil impressões em 3 meses, de compradores que procuravam o que a empresa faz. O detalhamento está no artigo sobre o caso Metal Corte e Dobra e a estrutura de uma página de produto.

O raciocínio vale também para serviços locais, só que com outro público. Veja como ele se aplica em o que o site de uma clínica precisa ter.

Como saber se o comprador está encontrando a sua indústria

Pelo Google Search Console, que mostra as buscas que trazem visitas a cada página. Se as buscas são técnicas e ligadas aos seus produtos, o comprador está chegando; se são só o nome da empresa, ele ainda não está.

Outro sinal é a qualidade dos pedidos de orçamento. Quando o formulário pede a especificação, dá para ver se os contatos vêm do perfil certo: medidas compatíveis, quantidades acima do lote mínimo, regiões atendidas.

Por onde começar

Comece listando os produtos que mais vendem e os que você quer vender mais, com o nome técnico que o mercado usa. Essa lista vira o mapa de páginas do site.

Na WebMARFAN, o site para indústria parte do briefing técnico da empresa: fichas, catálogos e as perguntas que o comercial ouve. Cada produto ou linha ganha a sua página, escrita com os termos do comprador e revisada por você antes da publicação.

Perguntas frequentes sobre como o comprador B2B encontra fornecedores

O comprador industrial usa o Google para achar fornecedor?

Usa, principalmente para pesquisar o produto pelo nome técnico e para confirmar fornecedores indicados ou conhecidos em feiras.

Indicação ainda funciona no B2B?

Funciona muito, mas o comprador pesquisa a empresa antes de cotar. O site confirma ou enfraquece a indicação.

O que o comprador procura primeiro no site?

Se a empresa fabrica o que ele precisa, com as especificações certas, e se é confiável: endereço, tempo de mercado, fotos e clientes.

Vale a pena ter perfil no LinkedIn?

Vale como canal complementar. Ele costuma levar ao site, que precisa estar à altura.

Plataformas de compras industriais substituem o site?

Não. Elas trazem contatos, mas o comprador costuma visitar o site da empresa antes de fechar.

Quantos produtos devo colocar no site?

Todos os que o comprador procura por um nome próprio, cada um com a sua página. Variações do mesmo produto ficam juntas.

Como saber quais produtos o comprador procura?

Pergunte ao comercial como os clientes pedem cada produto e, com o site no ar, acompanhe as buscas no Search Console.

A indústria precisa de blog?

Ajuda quando os artigos respondem a dúvidas técnicas que o comprador pesquisa antes de chegar ao produto, como problemas de aplicação. Cada artigo deve levar à página do produto correspondente.

O site precisa mostrar a capacidade de produção?

Quando possível, sim, em faixas. O comprador precisa saber se a fábrica atende ao volume dele antes de pedir cotação.

Como a pesquisa de palavras-chave revela o que o comprador B2B procura?

A pesquisa de palavras-chave mostra os termos técnicos que o comprador digita, como o nome da peça ou do processo, e com que frequência. Com o site no ar, o Search Console mostra as buscas reais que levaram até ele.

Quanto custa e quanto tempo leva um site para indústria?

Na WebMARFAN, o Site Profissional, com até 10 páginas, custa R$ 690 de implantação e R$ 399 por mês e fica pronto em até 30 dias úteis; cada página de produto a mais custa R$ 220. Veja o site para indústria.

Site próprio ou plataforma de compras industriais: qual o risco de ficar só na plataforma?

Na plataforma, a indústria aparece ao lado dos concorrentes e segue as regras dela. O site próprio é o único lugar em que o comprador vê só a sua empresa, com especificações e contato direto.

Existe garantia de que o comprador vai encontrar a indústria no Google?

Não há garantia de posição, mas há caminho: a Metal Corte e Dobra, com uma página por serviço, somou 528 cliques e 22,9 mil impressões em 3 meses no Search Console.

O comprador industrial pede indicação de fornecedor ao ChatGPT?

Parte dos compradores já usa o ChatGPT e as respostas com IA do Google para montar a primeira lista. As IAs citam fornecedores cujos sites explicam produtos, normas e aplicações por extenso. Veja como aparecer no ChatGPT.

Marcelo Fanucchi, fundador da WebMARFAN

Sobre o autor

Marcelo Fanucchi

Web designer e especialista SEO, fundador da WebMARFAN

Marcelo cria sites e faz SEO para empresas desde 2007. É web designer formado pelo SENAC SP e tem mais de 35 cursos com certificado em SEO e desenvolvimento. Escreve os artigos do blog com o que vê nos projetos dos clientes e nos dados do Google Search Console.

  • Desde 2007, +500 sites
  • Web designer pelo SENAC SP
  • 56 avaliações, nota 5,0 no Google
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